Suggestions
Carlota Ribeiro Ferreira
Founder and CEO at WIN World | Knowledge Curator | Business Advisor | Investor
Carlota Ribeiro Ferreira is a prominent entrepreneur and media professional, currently serving as the Founder and Executive Board Member of The Collection of Inspiring Businesses. She has over two decades of experience in the media industry and is also the Founder and CEO of WIN World, an organization dedicated to inspiring leaders and organizations through innovative media projects and events.
Education and Career
Carlota holds a degree in Business Administration from Instituto Superior de Gestão and has furthered her education with special studies in General Management from Harvard University, as well as completing an Advanced Management Program with Jack Welch. Her career in media began with twelve years of experience before establishing WIN World in 2008, where she focuses on creating transformative learning experiences and inspiring content aimed at fostering leadership and organizational growth.13
Personal Interests and Values
Outside of her professional endeavors, Carlota is passionate about knowledge dissemination, modern education, and impactful media. She enjoys outdoor activities, particularly waterskiing and mountaineering, and is a dedicated mother to two sons, whom she describes as her greatest inspirations. Her determination and commitment to making a positive difference in the world are central to her work and personal values.12
Highlights
Chegámos. E chegámos bem. Felizes, inspirados, agradecidos, cheios de energia e alegria para abraçar novos desafios e projetos, novas ambições e realizações. Tão bom. A viagem foi mágica, como têm sido todas as vezes que saímos os três para o mundo, para conhecer, explorar e viver. Expandimo-nos em todas as dimensões.
Regressámos por todas as razões, e porque regressamos sempre àquilo que é a nossa essência e amor maior. Mas desta vez a chegada a Portugal teve outras peculiaridades. Depois de 21 horas de voos, saímos diretamente do aeroporto para o hospital para visitar a minha mãe que tinha sido operada ao coração na véspera. Chegámos aos Lusíadas que nem Crocodile Dundee in town. Cada um de nós com a sua mala e mochila National Geographic (é assim que andamos pelo mundo às três ou quatro semanas de cada vez – com uma mala de cabine e uma mochila), seguimos diretos para a Unidade de Cuidados Intensivos.
Eram duas da tarde, só uma pessoa podia entrar – e entrei eu. A operação tinha corrido bem e a minha mãe estava não só acordada e bem disposta, como impecável. Sim, não descansa enquanto não tem o necessaire consigo, e estava, portanto, com cabelo penteado, blush e baton postos! Assim é ela – o meu maior exemplo de bravura e ternura. A minha irmã e o meu pai também estavam no hospital, juntos esperámos que a levassem para o quarto. Uma ou duas horas depois passa com uma enfermeira e o grupo junta-se! Éramos sete, a contar com a minha mãe e a enfermeira, mais três malas e três mochilas. A enfermeira ficou confusa, mas nós logo explicámos o quadro, e que onde ia um, iam todos. É o coração. Juntos, entrámos no quarto 135. Recuperação ótima e na sexta-feira, debaixo de 40 graus, fui buscá-la e viemos para casa. Está bem, e linda. São 81 anos disto. E nós agradecidos e para sempre inspirados. Um coração maior.
O meu filho Vasco comentava que era a segunda vez que ia diretamente do aeroporto para o hospital Lusíadas. E assim foi. Há doze anos, também ali, nascia o Sebastião.
Haja saúde e corações maiores.
Ao Diogo Torres e ao Eduardo Infante de Oliveira, um gigante obrigada por todo o acompanhamento ao longo do tempo, pelo cuidado e dedicação ímpares. A toda a equipa do Hospital Lusíadas Lisboa, Lusíadas Saúde, um enorme obrigada também pois sentimos sempre que estávamos em boas mãos. Convosco, estávamos e estamos em boas mãos.
❤️🇦🇺 ❤️🇵🇹
#Australia2024 #Portugal2024 #CoracoesMaiores #VidasMaiores
(a fotografia foi tirada ontem, quatro dias depois da operação)
Continuamos. Pela Austrália, a amar cada sítio e cada momento. Que país incrível. E se achávamos que já não podíamos ser surpreendidos, admito que ficámos absolutamente rendidos a Byron Bay. Praias maravilhosas, quintas lindas, caminhadas, surf, bicicletas e uma comunidade internacional muito gira. Pessoas a trabalhar daqui para o mundo inteiro. Fui impactada pela Courtney Adamo (obrigada pela recomendação querida Rita Ferro Alvim!) e aprendi coisas novas sobre família, filhos, saúde e lifestyle. Aprendi também sistemas de potenciação de conteúdos super interessantes - a Courtney trabalha bem a sua área de autoridade e a sua comunidade (vale a pena seguir!). Visitámos The Farm, e fiquei encantada com a forma como se pode valorizar e rentabilizar uma quinta, com um projeto inspirador que mistura nas doses certas atividade agropecuária, turismo, educação e impacto social – vale a pena conhecer www.thefarm.com.au. Ficámos três noites em Byron Bay, mas confesso que podia ficar a trabalhar daqui um ou dois meses (facilmente, um ou dois meses por ano, entenda-se!). Até que chegámos a Sydney. E a mesma sensação: sim, podia ficar aqui. Facilmente!
Sydney é uma cidade linda de morrer... Tudo – tem dimensão humana, floresta, mar... É tudo muito próximo. Resolvi que ia tentar convencer um dos meus filhos a fazer parte dos estudos aqui. Assim temos uma solução boa para todos :) Ficámos em Bondi, em cima da praia. Do nosso hotel em Bondi à Opera House, fizemos uma caminhada de 12 kms (não perdemos uma oportunidade para andar!), o que nos permitiu sentir os caminhos, os cantos, as pessoas. Em Bondi, além de caminhadas e surf, jantámos com uma amiga querida de Harvard e um orador que muito gostamos e que abriu a Happy Conference do ano passado. Foi muito bom.
Continuamos a nossa viagem. Seguem-se as Blue Mountains – talvez dos lugares mais mágicos do mundo. Florestas super densas, árvores gigantes, troncos e raízes que se entrelaçam a vários níveis, rochas enormes, desfiladeiros a perder de vista, grutas, cascatas... What else? Hoje saímos cedo, fizemos quase 20 kms a andar, com muitas escadas pelo meio, subidas e descidas a pique. O Vasco ditou os percursos, o Sebastião aguentou-se impecavelmente e eu comecei a ter noção que já não sou a mais rápida do grupo – não necessariamente por estar mais lenta (espero!), mas porque eles estão crescidos, rápidos e cheios de força. É a vida a acontecer. E é tão bom.
❤️🇦🇺
#Australia2024
