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Daniel Cho
Strategic Planning, Product Marketing, Business Development and New Ventures
Daniel Cho is a results-driven professional with a strong background in marketing, sales, and HR. He is a graduate of the Escola Superior de Propaganda e Marketing and the Universidade de São Paulo. He also holds a Bachelor's degree in Advertising from the Pontifical Catholic University of Paraná and a Bachelor's degree in Business Administration from the Federal University of Paraná. His work experience spans across various industries, including software development, electronic payments, and private education companies.
Starting as a trainee at Cielo, he quickly rose through the ranks to become a Middle Accounts Sales Manager, HR Coordinator, and eventually HR Product Owner. After several successful years at Cielo, he moved on to SOMOS Educação and Grupo SEB where he developed expertise in strategy, advertising, products, and HR. He has also completed internships with the Disneyland Resort and the Walt Disney World Resort, gaining valuable experience in operations and food and beverage.
Currently, Daniel is the HR Product Planning & Strategy Manager at TOTVS, where he uses his skills and knowledge to develop and implement products that meet the company's business objectives.
Highlights
O ESG já morreu?
A sigla para Ambiental, Social e Governança que define um modelo para atuação de negócios responsáveis foi organizado em um conceito pela ONU em 2004 mas apenas chegou ao vernáculo popular em 2021 quando o Larry Fink, CEO do gigante BlackRock começou a circular sua intenção que critérios com base em ESG fossem levados em conta para a alocação de investimentos. Quando o maior fundo de investimentos do mundo sinaliza que pretende alocar mais ou menos capital com base em aspectos Ambientais, Sociais e de Governança, todas as organizações se mexem. Tudo começou a caber dentro do discurso de ESG.
Até aqui, poucas novidades. Essa história quase todo mundo no mercado brasileiro já ouviu pelo menos parte. Mas o que aconteceu em seguida só é possível de se entender quando analisamos o contexto político dos EUA.
O ESG virou o saco de pancadas da direta conservadora americana.
Em 2023 o governador da Flórida, seguido de outros governadores republicanos, proibiu que o estado gastasse dinheiro ou mesmo investisse em organizações para promoção de frentes vinculadas ao ESG. O conceito virou alvo noturno de piadas e ataques dos âncoras da Fox News, canal de notícias mais assistido do país. Investidores influenciadores como Bill Ackman e Elon Musk começaram a chamar iniciativas de ESG como racistas e ilegais. No final do ano passado, o próprio Larry Fink admitiu publicamente que parou de utilizar o termo e que ele fora "capturado pelo conservadorismo".
Pode parecer uma guerra midiática, mas as primeira vítima é muito real: Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&I).
Com medo de alienar investidores e consumidores, segundo o S&P Global Market Intelligence com dados publicados pela Bloomberg, as empresas americanas de capital aberto deixaram de falar sobre DE&I, levando aos menores patamares de foco desde 2012. Nos recentes layoffs na Zoom e Twitter (atual X) os times corporativos de DE&I foram desmotados por inteiro. Em 2023, 60 mulheres em C-level perderam seus empregos nos EUA colocando o menor índice de mulheres em posição executiva em 20 anos. CEOs mulheres tem mais do que 4x de probabilidade de perderem seus empregos em menos de 12 meses do quando comparado com pares homens. E a previsão de paridade de representavidade de gênero dos CEOs de empresas de capital aberto nos EUA atrasou para depois de 2055. Nos Conselhos de Administração, o índice de novas diretoras mulheres é o menor desde 2017.
ESG morto ou não, os impactos dessa briga são claros e preocupantes. Mas será que a legitimidade dos temas que o conceito aborda não deveria transcender qualquer posicionamento político? Independente do espectro ideológico, cuidar dos negócios com valores que são humanos e beiram ao mínimo socialmente possível não deveria ser prioridade para nós enquanto comunidade global?
Aguardemos os próximos capítulos. Talvez o ESG não esteja morto, mas ele precisa desesperadamente de apoio para continuar a existir.
Ei, quero te contar uma coisa.
Em todos os lugares, em todos momentos, em cada canto desse Brasil continental, ao lado de cada pessoa que ousa empreender, existe uma tecnologia TOTVS junto do sonho de quem FAZ.
A TOTVS é uma verdadeira potência tecnológica que move o Brasil! Brasileira sim, com muito orgulho e com o “sotaque” de nossos mais de 50 escritórios espalhados por diversas localidades do Brasil e de toda a América Latina.
Em 2009 Marilia Gabriela apresentou publicamente ao Brasil quem era a TOTVS. Em 2024 ela volta afirmando que o Brasil que faz, faz com TOTVS.
#TOTVS #BrasilqueFAZ #FAZcomTOTVS
