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Denis Balaguer

Venture Building | Innovation | Technology | Strategy

Denis Balaguer is a prominent executive at Ernst & Young (EY), serving as the Director of BeyondLabs and wavespace for Latin America. He has a strong background in leading innovation and transformation initiatives within the business sector. Balaguer's educational credentials include studies at Harvard Business School, which further bolster his expertise in strategic leadership and innovation management.

His professional journey is characterized by a commitment to fostering innovation and embracing uncertainty, as reflected in his various LinkedIn posts and articles. He actively participates in discussions about the future of technology and innovation, often engaging with themes related to sustainability and purposeful action in business.

Balaguer is based in São Paulo, Brazil, and is recognized for his contributions to the field of innovation, particularly in the context of digital transformation and consulting services at EY.

Highlights

Aug 6 · linkedin

Estamos preparados para a “surpresa da automação”?

Talvez os grandes riscos iminentes da Inteligência Artificial estejam mais relacionados a uma falha catastrófica provocada por um erro não intencional do que um apocalipse tipo Terminator (ainda que eu tenha relido recentemente o “Superinteligência” e, 10 anos e um ChatGPT depois, esteja ordens de magnitude mais assustado).

Por vicio de formação e experiência acho o conceito de falha catastrófica, muito usado em aeronáutica, extremamente útil. Definido como “o fracasso repentino e total sem possibilidade de recuperação”, há paralelos interessantes com #IA, com uma reflexão sobre princípios.

Há algumas semanas debatíamos sobre uma apresentação feita pela Melina Ugarelli de Araujo com uma frase da cientista Pattie Maes: “AI is a design problem”.

A indústria aeronáutica passou por algo parecido ao longo dos últimos 80 anos.

Na busca por segurança e eficiência, a “equipe de voo” foi sendo reduzida, do quarteto “piloto-copiloto-navegador-engenheiro” para o atual duo “piloto-copiloto” na medida em que novos equipamentos foram introduzidos. E, mais ainda, o conceito do #design da cabine, e seus princípios, se transformou.

No melhor sentido de que “IA é um problema de design”, novas filosofia de projeto da cabine trouxeram a preocupação com a interface humano-máquina, enfatizando a importância do design centrado no usuário.

Esta evolução, com espetacular sucesso de segurança de voo atingido ao longo de décadas, vem em boa medida da sistemática investigação dos incidentes e acidentes.

Dois cenários de falha humana relacionados a problemas de automação e interface humano-máquina são ressaltados na analogia com falhas catastróficas:

1. Os casos recentes do MCAS (Sistema de Estabilização Automática) do Boeing 737 Max são emblemáticos de circunstâncias em que os pilotos não entenderam o que a automação estava tentando fazer e acabaram tomando decisões erradas.

2. No caso do Air France 447 o sistema de Fligh by Wire foi crucial para criar uma situação em que copiloto não estava preparado, por falta de prática, para pilotar quando o sistema falhou, havendo complacência e degradação das habilidades devido à automação.

Mesmo considerando que uma falha catastrófica ocorre pela conjunção de fatores e não por causa única, nos dois casos, a automação – e a incapacidade humana em lidar com ela - estava no centro da cadeia de eventos.

Em aviação é usado o conceito de consciência situacional: percepção dos elementos no ambiente de trabalho dentro de um volume de tempo e espaço, a compreensão do significado desses elementos e a projeção dessa situação em um futuro próximo (ref. ANAC).

Os dois casos catastróficos ressaltam o quanto a perda da consciência situacional é perigosa e que não basta “deixar a decisão para o humano”.

Este talvez venha a ser um conceito fundamental nos projetos de AI: como automatizar sem que os usuários percam a consciência situacional?

É preciso pensar na interface decisória.

Jun 30 · linkedin

Oito anos hoje: BeyondLabsEY e o imperativo da inovação.

Naquele 01 de julho de 2016 decidimos marcar o lançamento do BeyondLabs em uma grande experiência colaborativa para construir o “marco zero”: o nosso Manifesto.

Este manifesto, construído por 60 pessoas escolhidas para estarem lá pelos próprios pares, que as indicaram como inovadores, é, ainda hoje, o nosso principal artefato cultural.

No manifesto exprimimos nossa razão de existir, nossos mandatos e nosso jeito de ser.

Sempre tivemos a convicção que é a #inovação é, antes de tudo, um imperativo para a sustentabilidade competitiva. Em um mundo em #transformação, a única estratégia factível é mudar – há 2300 anos, Aristóteles alertou que quem ignora o movimento, ignora a natureza.

Para continuar impactando a EY, nós mesmos tivemos que mudar e remodelar nossa missão, sem perder o norte e o espírito que nos torna únicos.

Costumo dizer que, ao contrário do que muitos podem intuir, o problema da inovação não é a incerteza, mas a falta de #propósito.

Oito anos depois, mais do que celebrando conquistas e aprendizados, é incrível perceber que tivemos o privilégio de construir um legado de transformação conectado ao legado que trouxe a EY até aqui: “Building a Better Working World by Rebuilding It, Through Innovation”.

Obrigado por tantos que estiveram ao nosso lado, estimulando e apoiando, com um destaque especial para Luiz Sergio Vieira, que escolheu como primeiro compromisso do dia em que estava assumindo a presidência da EY Brasil fazer a abertura do evento de lançamento do BeyondLabs, e para Miguel Cardoso Pinto, que foi o precursor deste movimento e articulou a minha vinda para a EY. Em nome deles agradeço a todos na #EY, nosso exército de beyonders.

Agradeço aos que estiveram comigo nesta jornada, como parte do BeyondLabs, trazendo os pioneiros Ana Cristina Fonseca, André Mainart, Maira Flor, Michel Fernandes, em nome dos quais agradeço a todos que estiveram conosco lutando a boa batalha.

E, claro, um especial obrigado à tripulação atual: Alexandre Passos, Danilo Zabeu, Gustavo Del Rio Lima, Igor Alves, Kazuyuki Ozawa, Lucas Zago, Marcos Oliveira, Marina Garcia, Matheus Gomes, Melina Ugarelli de Araujo, Raphael Tajiki e Thaísa Borges

#GoBeyond

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What are some of Denis Balaguer's key achievements at EY?
How did Denis Balaguer's experience at Harvard Business School influence his career?
What projects has Denis Balaguer led at BeyondLabs + wavespace?
How does Denis Balaguer contribute to innovation and transformation at EY?
What are Denis Balaguer's thoughts on the future of innovation and technology?
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São Paulo, São Paulo, Brazil