Suggestions
Guilherme Gazzoni
Diretor at Kuarup Capital
Guilherme Gazzoni is the Diretor (Director) at Kuarup Capital, a position he has held since August 2021.1 He is a seasoned professional with experience in both national and multinational companies.
Professional Background
Gazzoni has a diverse career history, including:
-
International Experience: He spent 2 years in Europe, completing an MBA at INSEAD and holding an executive position at a company headquarters in London.1
-
Previous Roles:
- Head of Products, Partnerships and New Business - Wealth at Mercer Brasil (November 2019 - August 2021)
- Head of Business Unit - Rio de Janeiro at Mercer Brasil (August 2016 - July 2018)
- Commercial, Marketing and Management Director at GAMA Consultores Associados (May 2012 - July 2016)1
Education
- MBA from INSEAD in France
- Bachelor's degree in Business Administration from UnB - University of Brasília2
Current Role at Kuarup Capital
As Diretor at Kuarup Capital, Gazzoni's responsibilities include:
- Mapping markets, segments, and identifying outstanding companies
- Interacting with shareholders, boards, and company owners
- Understanding business models, growth pillars, and strategic positioning
- Analyzing financial statements, projections, and modeling1
About Kuarup Capital
Kuarup Capital is a company formed by national and foreign investors aiming to acquire stakes and promote the expansion of promising companies.1 It was founded by Guilherme Gazzoni and has investors from seven different nationalities with combined expertise in 9 industries, including clothing, construction, health, insurance, and technology.2
Guilherme Gazzoni's contact information:
- Phone: (11) 95449 4343
- Email: guilherme.gazzoni@kuarupcapital.com1
Highlights
Como private equity e empresas familiares podem construir uma relação ganha x ganha?
Para quem acompanha o setor de #familybusiness há algum tempo, não é novidade que o desempenho destas organizações no longo prazo supera o de empresas não familiares. Este estudo que compartilho, da McKinsey, analisou 1200 empresas listadas (600 familiares e outras 600 não) e identificou, dentre outras coisas, que esta diferença é de 14% em retorno total ao acionista.
Mas aqui quero fazer destaque às oportunidades de ganhos que as empresas familiares possuem ao se abrir para o capital privado (private equity). Veja:
-
If you look at the early-stage businesses, they grow revenue twice as fast as nonfamily businesses. As they mature, the growth tends to mirror that of nonfamily businesses. Why is that? In some cases, there’s a loss of the founder’s entrepreneurial edge, and the next generation is not as hungry. PE firms can help them understand where the growth opportunities are and go after them
-
Second, in some cases, FOBs are too cautious about their finances. In downturns, they tend to do better than nonfamily businesses because they’re quite cautious, so we see a lot fewer FOBs that go bust. But that also means they don’t quickly come out of recovery periods. So a PE firm can help them think about how to accelerate the growth coming out of the recovery period.
-
Third, in some cases, too many family members may be involved, so they struggle to professionalize the business [...] They help professionalize both the boards and the business, bringing in external management. The outperforming companies have a lot more nonfamily members involved in the decision-making process.
-
Fourth, PE firms can help with governance, putting in place the right governance mechanisms to effectively run the business.
-
And last, investors can help a FOB drive their performance management more proactively to increase operational excellence.
O desempenho histórico dos #searchfunds, como a Kuarup Capital, estão aí para corroborar os pontos trazidos pelo estudo.
#familybusiness
Presença feminina na liderança das organizações – por que tão rara?
Alguns dias atrás trouxe constatações de visitas que fiz nos últimos meses.
Algo que ficou nítido, mesmo sem ser surpresa: em apenas duas reuniões havia a presença de liderança feminina. Duas!
Pensei em fazer uma reflexão sobre o assunto, mas confesso que relutei pois eu mesmo não sou exemplo: após tentativas aqui na Kuarup Capital, inclusive com uma vaga afirmativa em uma das situações, ainda não conseguimos ser diferentes.
O que será que acontece?
Lembrei dos meus primeiros dias de carteira assinada. Na sala onde eu trabalhava, apenas mulheres. Era um ambiente muito produtivo e leve ao mesmo tempo. A gente conversava sobre tudo e, ao mesmo tempo, trabalhava de forma muito séria. Vivíamos as questões pessoais uns dos outros.
Mas tinha uma questão pessoal que era tratada em segredo: o desejo dessas mulheres serem mães. Vamos falar a verdade: sempre existiu um tabu muito grande em relação à gravidez, que é maior ou menor de acordo com a empresa / setor / região, etc. Naquele tempo, a barreira era tal que as empresas evitavam contratar ou promover mulheres próximas a se tornar mães. Pior ainda: quando uma profissional anunciava que estava grávida, costumava haver um sentimento misto - de alegria pela mãe, de perda pela profissional.
Foi por isso que, quando a primeira dessas mulheres com quem eu trabalhava engravidou, tive um dos mais marcantes aprendizados. Ela era uma supervisora que estava na empresa desde sua fundação. Profissional excelente, que vestia a camisa. Mesmo assim (ou talvez por isto mesmo), todos pensamentos vieram à tona: quem irá substitui-la enquanto estiver fora? Como faremos com a carga de trabalho extra? Teremos de contratar alguém? E como ficará a equipe em sua volta?
Sobrevivemos sem crise. A licença passou voando, o trabalho pesou um pouco a mais, mas ninguém deixou de entregar algo pela ausência da colega. Mais ainda: em seu retorno, constatei que a transformação pela qual ela passou foi tão grande que passei a ver o período de gravidez com outros olhos: como um benefício para a empresa que deseja formar um time mais maduro.
Qualquer mãe ou pai sabe do que estou falando, mas o contexto e desafios que as mães enfrentam em casa ao ter um filho(a) é tal que elas necessariamente se tornam melhores pessoas e, obviamente, melhores profissionais – mais responsáveis, mais atentas, mais pacientes. Depois acompanhei inúmeras mulheres que se tornaram mães e a lição sempre foi a mesma.
Mesmo assim, noto que a gravidez ainda é um dos principais entraves na carreira feminina. Na faixa dos 25-40 anos, enquanto homens caminham gradualmente para uma posição de liderança, mulheres deparam-se com a quase impossibilidade de conciliar a demanda em casa (ser mãe) e profissional (ser líder). Não que não haja mães líderes – as duas com quem conversei nas visitas que fiz conciliam ambos os papéis, magistralmente. Continua nos comentários...
