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Jennifer Queen
Fundadora & CEO da Pina | Mãe de Alice
Jennifer Queen is a professional with over 11 years of experience in sales and business development, currently seeking new opportunities. She is associated with Endeavor, where she likely serves as a mentor, leveraging her extensive background to support entrepreneurs and businesses.
Her LinkedIn profile highlights her expertise in sales, indicating a strong focus on building relationships and driving business growth. Jennifer Queen is also noted for her involvement in various initiatives aimed at enhancing entrepreneurial success and networking opportunities.
If you would like more specific details about her role at Endeavor or her professional accomplishments, additional information may be available directly on her LinkedIn profile or through Endeavor's resources.
Highlights
MOMBAK no The New York Times.
Qual o papel do pecuarista na construção de um futuro climático sustentável?
Como Manuela Andreoni conta em suas reportagens sobre a nova indústria de reflorestamento para remoção de carbono, colocar o gado onde havia uma floresta era uma das formas de ganhar dinheiro em um lugar onde as fontes de renda eram escassas. Agora, empresas como a Mombak estão reflorestando áreas desmatadas em parceria com alguns desses pecuaristas da Amazônia. Houve uma importante mudança de incentivo. Como resultado, cria-se um modelo escalável de combate às mudanças climáticas (são 13 milhões de hectares reflorestáveis só de déficit de reserva legal) e constrói-se o mercado de remoção de carbono, trazendo capital global para desenvolvimento sócio-econômico local.
No jornal impresso, a reportagem sobre como as florestas podem ser mais lucrativas do que a carne teve chamada de capa, e 1 página e meia no principal caderno. Para usar um indicador falho, mas ainda impressionante, uma página no NYT custa mais ou menos R$ 1 milhão. Sempre que penso em exposição, lembro de uma conversa durante o Festival de Cannes. Um jornalista perguntou por que não havia mais mulheres na seleção oficial daquele ano. Se não me engano, era Tilda Swinton a presidente do júri. Ela se levantou para responder: Cannes é o fundo do funil. Vocês, jornalistas, precisam fazer o papel de vocês. Onde estão as matérias que deveriam ter escrito sobre cineastas mulheres?
A sala ficou em silêncio.
Acredito muito no papel que o jornalismo de qualidade e os veículos mais importantes do mundo podem desempenhar na criação desse novo futuro climático.
Ajudar a contar histórias assim foi um dos principais motivos para escolher jornalismo e depois PR há mais de 20 anos. E, claro, para fundar a Pina há quase 2.
Parabéns para todo o time da Mombak (e também para o nosso time Pina).
Link para reportagem: https://lnkd.in/degEncAK
Uma breve história da Pina no #WebSummit #1: The Storytelling Game
Dá pra dizer que começamos a planejar o #WebSummitRio na edição de Lisboa de 2022, quando a Pina tinha só 2 meses. Era meu terceiro WS e, numa conversa rápida com o time de parcerias, pensei: a gente pode fazer mais.
Em 2023, a Pina não foi exatamente tímida: com quatro clientes na programação, moderei um painel e fizemos uma Masterclass. A gente ainda não tinha “pegado” o jeito, nem das masterclasses nem dos eventões. Nosso painel era dos que o #WS tem aos montes, e ficou a vontade de fazer algo voltado ao nosso core: storytelling. Em setembro, testamos a primeira versão do storytelling game: um workshop de contar histórias em formato de jogo mesmo, com insights bem fáceis de aprender e vídeos de Neil Gaiman, Jon Lee Anderson... Deu certo! Nos conectamos com gente do mundo todo e as histórias mais diferentes, e atraímos um público que normalmente não acessamos: devs e engenheiros (deve ser o “game” do nome rs). Decidimos que no WS faríamos de novo, a nossa V2, e com baralho repaginado.
Passamos uma madrugada revisando as 52 cartas, tamanho tarô francês, com o lindo design da Grasielly Mariano Viana. O texto, sempre breve, tirei de 42 anos lendo e vivendo histórias. Fizemos 100 decks. Minutos antes, olhando a sala com as 10 pessoas que deixamos passar na surdina, comecei a ficar nervosa. A fila era grande, disseram, mas como várias Masterclasses acontecem ao mesmo tempo, não pensei que era para a gente. O povo começou a entrar, e o cara do evento perguntou se era para deixar entrar mais. Mais gente? Sim, para ficar no fundo da sala. 180 pessoas mais ou menos participaram no nosso papo. Eu não falo em público naturalmente. Nas fotos dos painéis do Web Summit, mexo na boca, no braço, me desequilibro na cadeira, crio uma nova figura geométrica com os braços. Mas ali eu estava falando sobre contar histórias. Podia citar Yuval Harari e Ted Chiang em menos de 30 minutos e ainda filosofar sobre linguagem performativa.
O Game é o que melhor resume esses 20 meses empreendendo: me sinto livre para criar e falar do que gosto de verdade e às vezes só entendo parcialmente, sempre com a expectativa de que, do outro lado, vou achar alguém que me ajude a entender mais.
Bom, eu já achei. Obrigada, Karen Teles, Gabriela Santi, Letícia Ramos, e todo o time que nos apoiou de longe.
Obrigada, Rafael Maia e Patricia Lebovits por participaram de nosso workshop.
#pina #prparastartups #historias #storytellinggame #websummit #pr
