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Leonardo Camacho
Chief Revenue Officer BWG
Leonardo Camacho is a Personal Knowledge Management Evangelist at Anytype, a role that involves promoting effective knowledge management practices and tools. He is known for advocating the importance of personal knowledge management in both individual and organizational contexts.
In addition to his current position, Camacho has a diverse background that includes experience in various roles related to knowledge sharing and management. His expertise likely encompasses strategies for improving productivity, collaboration, and information organization, which are crucial in today's digital landscape.
His LinkedIn profile indicates that he actively engages with the community on topics related to personal development and knowledge management, sharing insights and resources to help others enhance their skills in these areas.
Highlights
Storytelling e a prática o Feedback... Essas duas práticas podem andar juntas? Eu acredito que sim.
Aqui no BWG a gente ajuda nossos clientes a trabalharem a cultura de comunicação, da qual o reconhecimento público das conquistas e avanços é parte importante. Nesse contexto, o feedback é uma das ferramentas mais poderosas para o crescimento profissional, pois essa prática ajuda as pessoas os times a caminharem de formas alinhadas.
E aqui que o storytelling entra como um aliado estratégico.
⭐ Por que Storytelling? ⭐ O storytelling não é apenas sobre contar histórias, mas sobre criar conexões emocionais que tornam o feedback mais significativo e memorável. Ao moldar seu feedback como uma história, você pode envolver o profissional de maneira mais profunda, facilitando a compreensão e a aceitação da mensagem.
Como Aplicar Storytelling no Feedback?
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Contextualize com uma História Comece o feedback contextualizando a situação. Utilize uma narrativa que descreva os acontecimentos relevantes de forma cronológica, como se estivesse contando uma história. Isso ajuda o profissional a entender o pano de fundo e a importância do feedback.
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Incorpore Personagens e Emoções Inclua personagens na história, como colegas de equipe ou clientes, e descreva as emoções envolvidas. Isso não só humaniza o feedback, mas também ajuda o profissional a ver o impacto de suas ações através dos olhos dos outros.
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Desenvolva o Conflito e a Solução Apresente o “conflito” da história, que pode ser um comportamento ou resultado que precisa ser ajustado. Depois, explore a “resolução”, ou seja, como o profissional pode melhorar. Essa estrutura narrativa facilita a visualização do caminho para o desenvolvimento.
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Projete o Futuro Finalize seu feedback com uma visão positiva para o futuro. Mostre ao profissional o potencial impacto positivo de suas melhorias, criando uma narrativa aspiracional que motiva a mudança.
Exemplo Prático:
Vamos imaginar que você está dando feedback a um colaborador sobre sua comunicação em reuniões:
"Lembro de uma reunião que tivemos no mês passado (contexto). Todos estavam ansiosos para ouvir suas ideias, mas percebi que alguns ficaram confusos com as explicações (conflito). Vi que o João e a Ana tentaram acompanhar, mas pareciam perdidos (personagens). Imagino que com um pouco mais de clareza na comunicação, você poderia ter engajado ainda mais a equipe (resolução). Se nas próximas reuniões você conseguir estruturar melhor seus pontos, acho que suas ideias terão um impacto ainda maior (futuro)."
Ao aplicar storytelling, o feedback se torna uma ferramenta poderosa para inspirar mudanças, ao invés de ser apenas uma lista de pontos a melhorar.
Fica claro que pensar no feedback como história leva a gente a não só olhar pro que aconteceu, mas também olhar estrada diante de nós (feedforward).
Vamos discutir? Você utiliza storytelling em seus feedbacks?
Não há recompensa por estar ocupado. “Estou ocupado”, “não tenho tempo”... É uma grande armadilha.
Seguindo a linha do post de ontem, sobre como “pensar” de forma produtiva, aqui quero abordar - ainda que superficialmente - o aspecto comportamental.
Estar ocupado é fácil. Ser produtivo é difícil.
O que mais vejo: pessoas participando de todas as reuniões em que são chamadas, respondendo a todos os e-mails, e tentando participar do máximo de eventos possível.
Pessoas ocupadas dizem sim para tudo, fazem multitarefas constantemente, trabalham longas horas e depois reclamam da falta de tempo.
Pessoas produtivas são diferentes.
Elas dizem não de forma estratégica, focam em uma tarefa de cada vez, trabalham de forma mais inteligente (não por mais horas) e criam tempo para o que realmente importa.
Eu costumava usar o “ocupado” como um distintivo de honra. “Sou uma pessoa muito ocupada” (isso me dava um ar de importância).
Depois, percebi que o verdadeiro sucesso não é preencher cada minuto.
É fazer com que seus minutos realmente importem.
