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Carolina Carioba
People Strategy Mentor & Consultant, Chief People Officer, CHRO, Head of People
Carolina Carioba is the Chief People Officer at Nuvini, a group of Software as a Service (SaaS) companies.13 She is an experienced professional in the field of People Management, with a career spanning 18 years.5
Professional Background
Carolina is a psychologist by training who has developed a passion for business.4 Her expertise lies in various aspects of Human Resources, including:
- Talent Acquisition and Selection
- Training and Development
- Communication
- Company Culture5
Current Role
As the Chief People Officer at Nuvini, Carolina plays a crucial role in shaping the company's human resources strategies and policies. She joined Nuvini in this capacity, bringing her wealth of experience to the organization.2
Location
While Carolina is based in Barcelona, Spain24, it's worth noting that Nuvini has a presence in multiple locations, including Brazil, where the company appears to have strong roots.3
LinkedIn Profile
Carolina's LinkedIn profile can be found under the username "carolinacarioba".4 Her profile likely provides more detailed information about her professional journey, skills, and accomplishments.
Carolina Carioba's appointment as Chief People Officer at Nuvini demonstrates the company's commitment to strong leadership in human resources management, which is crucial for a growing SaaS enterprise.
Highlights
Sempre admirei as mulheres que decidem ser mães! De 2019 pra cá, liderei 5 mulheres que ficaram grávidas e tiveram seus filhos enquanto trabalhavam comigo. É extraordinário esse papel que nos é dado, com todos os seus desafios e maravilhas! Depois que virei mãe passei a admirar ainda mais as mulheres que topam encarar essa missão de criar filhos para o mundo! A maternidade ensina centenas de novas habilidades para uma mulher, habilidades essas que carregamos conosco para o mundo do trabalho, acadêmico, onde estivermos. Para citar apenas algumas, a resiliência ao aprender a lidar com um recém nascido, que quando você acha que entendeu o choro de fome e a rotina do sono, em semanas muda tudo e você tem que aprender qual é o rolê daquela semana, que pode ser a cólica, o dente que ainda vai nascer, o salto de desenvolvimento, o dia que foi muito agitado, e por aí vai. A inteligência e controle emocional para lidar com um bebê chorando e você (de novo) não tem ideia o que é dessa vez, mas segue calma (pelo menos naquele minuto), porque você aprende rapidamente que uma mãe nervosa só piora as coisas. A empatia para compreender uma criança que ainda não consegue falar, mas que se expressa e fala com você através das expressões corporais, tom de voz, gestos, etc O storytelling e criatividade para inventar historinhas, musiquinhas, e respostas para as perguntas mais esdrúxulas. A capacidade de lembrar de mil detalhes, coisas a fazer, de priorizar o tempo, porque ele é curto e você precisa ser eficiente se quer dar conta de fazer alguma coisa além de cuidar de uma criança (isso sem contar o desafio de ser mães de adolescentes!). Ser mãe é ser exemplo constante de liderança e espelho para o filho, é deixar o egoísmo de lado e aprender a ceder; é exercer uma paciência e resiliência que é digna de super heroína mesmo.
No entanto, se as mulheres que se tornam mães adquirem tantas novas habilidades replicáveis, porque ainda vemos muitas de nós sendo punidas no mundo do trabalho, com medo de falar que estamos grávidas, sendo despriorizadas porque agora temos filhos? Isso sem contar o alto índice de mulheres demitidas quando voltam da licença maternidade (exemplos e dados não faltam). Por que é tão difícil para as mulheres que se tornaram mães alcançarem altos cargos de liderança, ou para as que conseguiram, se manter neles sem precisar terceirizar imensamente o papel de cuidar e formar cidadãos do bem para o mundo? Ainda falta empatia, flexibilidade e oportunidades para essas mulheres prosperarem nas empresas (eu nem entrei no tema da alta carga de trabalho em casa).
Meu desejo nesse Dia das Mães é que CEOs, founders, líderes no geral, pensem e criem maneiras para apoiar mais essas mães profissionais no mercado de trabalho, para que elas possam exercer cada vez mais as suas habilidades tão críticas nesse mundo atual; ao invés de serem jogadas para escanteio, criticadas, despriorizadas ou demitidas.
#diadasmães #maternidade #mãesquetrabalham
Excelente artigo, Milena Brentan Brentan ! Vejo que ainda faltam líderes humildes no mundo corporativo, gente que consegue assumir os erros, mostrar que não sabe tudo, e que estão dispostos a ouvir! Espero que esse cenário mude, por que de fato o impacto no negócio é real!!
